Nunca ouvi falar de chantagem, diz Gilberto Carvalho

Um dos interlocutores mais próximos da presidente Dilma Rousseff e ex-chefe de gabinete de Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, negou nesta quarta-feira (12) qualquer chantagem relacionada à morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT), executado em janeiro de 2002.

RAFAEL MORAES MOURA E TÂNIA MONTEIRO, Agência Estado

12 de dezembro de 2012 | 14h00

Conforme informou o jornal O Estado de S. Paulo na terça-feira (11), o empresário Marcos Valério disse, em depoimento ao Ministério Público Federal, que o PT teria lhe pedido R$ 6 milhões para que o empresário Ronan Maria Pinto, de Santo André, parasse de chantagear Lula, Carvalho e o ex-ministro José Dirceu. Por trás das ameaças, estaria a morte de Celso Daniel.

"Nunca vi Marcos Valério, nunca falei com ele nem pessoalmente, nem por e-mail ou por qualquer outro meio. Nunca ouvi falar de suposta chantagem em Santo André envolvendo meu nome ou qualquer dos outros citados", disse Carvalho, por meio de nota divulgada pela Secretaria-Geral da Presidência da República.

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