Números não mostram influência em 2006

Na eleição de 2006, o PMDB rachou entre o apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a candidatura oposicionista de Geraldo Alckmin (PSDB). Caciques regionais colocaram a máquina do partido a serviço de um ou outro candidato, mas não há evidências de que isso tenha gerado resultados concretos.

O Estado de S.Paulo

08 Junho 2014 | 02h01

Em Santa Catarina, o governador Luiz Henrique, então candidato à reeleição, cedeu seu palanque para Alckmin. Se a máquina peemedebista fizesse diferença na eleição, a lógica indicaria uma vitória mais folgada do tucano nas cidades governadas pelo partido.

Nas 114 cidades catarinenses com prefeitos do PMDB, porém, o tucano teve, em média, 51,8% dos votos, 2,7 pontos porcentuais a menos do que obteve no Estado como um todo. Das 114 cidades, Alckmin perdeu para Lula em 51.

No lado oposto, Lula contou com o apoio do governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), desde a largada da campanha. Nos municípios amazonenses governados por peemedebistas, porém, sua média de votação foi inferior à do Estado (82,3% contra 86,8%).

No Paraná, o peemedebista Roberto Requião - também candidato à reeleição - apoiou Lula, mas o vitorioso no Estado foi Alckmin.

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