Alan Santos/PR
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Sexto integrante de comitiva de Bolsonaro aos EUA confirma ter coronavírus

Número 2 da Secretaria de Comunicação, Samy Liberman, não foi a jantar com presidentes do Brasil e dos EUA, mas esteve em Mar-a-Lago; além dos seis brasileiros, prefeito de Miami também tem vírus

Jussara Soares, O Estado de S.Paulo

15 de março de 2020 | 14h02

O secretário-adjunto da Comunicação da Presidência, Samy Liberman, também foi confirmado com a Covid-19, segundo informaram ao Estado integrantes do Palácio do Planalto. Ele é o braço-direto do chefe da Secom, Fábio Wajngarten, o primeiro testar positivo após viagem com o presidente Jair Bolsonaro nos Estados Unidos.

Com a confirmação de Liberman, sobe para sete o número de pessoas confirmadas com a Covid-19 que estiveram próximas ao presidente Jair Bolsonaro. São seis brasileiros e o prefeito de Miami, Francis Suarez.

Liberman, cuja família mora em Miami, esteve em Mar-a-Lago, onde ocorreu o jantar com o presidente norte-americano Donald Trump.  O adjunto da Secom não participou da agenda, mas se encontrou com Wajngarten e parte da comitiva brasileira.

Na semana passada, ele despachou no Palácio do Planalto na quarta e quinta-feira.  Segundo consta na agenda pública de secretário adjunto, ele fez reuniões e se encontrou a vice-presidente da CNN Internacional, Corinna Keller. O versão brasileira do canal de notícias dos Estados Unidas estreia neste domingo, 15.

Além dos dois integrantes da Secom,  testaram positivo o encarregado de Negócios do Brasil nos Estados Unidos, o embaixador Nestor Forster e o senador Nelsinho Trad (PTB-MS). Também confirmaram diagnóstico a advogada Karina Kufa e o publicitário Sérgio Lima, respectivamente tesoureira e marqueteiro do Aliança do Brasil, que viajaram em voo comercial para os Estados Unidos.  O prefeito de Miami, Francis Suarez, que recebeu a comitiva brasileira, também foi confirmado com a Covid-19.

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