Novos prefeitos terão mandatos curtos em Paulínia e Mirandópolis

Eleitos vão ficar apenas 15 meses à frente das cidades

José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

02 de setembro de 2019 | 00h26

Eleitos no domingo, 1º, em eleições suplementares, os novos prefeitos das cidades de Paulínia e Mirandópolis, no interior de São Paulo, vão cumprir mandatos de apenas 15 meses. Eles devem assumir os cargos no início de outubro e administrar as respectivas cidades até o final de dezembro de 2020. Em outubro do próximo ano haverá nova eleição municipal.

Em Paulínia, o candidato do PSDB, Du Cazellato, foi o vencedor com 13.119 votos – 26,99% dos votos válidos. Ele terá como vice Sargento Camargo, também do PSDB. Em segundo lugar, ficou a candidata Nani Moura, do MDB, que recebeu 11.211 votos (23,06%). 

A disputa teve ainda outros sete candidatos a prefeito. A eleição foi marcada por um número alto de abstenções: 16.685 eleitores deixaram de votar (25,5%). Houve ainda 5.830 votos nulos e brancos (10,7%). A diplomação acontece no dia 4 de outubro.

Em Mirandópolis, o candidato do PSL, Everton Soriano, recebeu 6.152 votos, vencendo seu único concorrente, David Boaventura, do PSC, que foi votado por 4.232 eleitores. Houve 7.035 abstenções e foram registrados 2.125 votos brancos e nulos. 

Os eleitores que deixaram de votar terão até 31 de outubro para justificar a ausência. Nas duas cidades paulistas, as novas eleições foram realizadas porque os candidatos que receberam a maioria dos votos válidos em 2016 tiveram os diplomas cassados pela Justiça Eleitoral.

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