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Nova presidente do Incra defende reestruturação do instituto

Agrônoma formada pela UFBA, Maria Lúcia de Oliveira Falcón assumiu a autarquia a pedido da presidente Dilma Rousseff

Nivaldo Souza , O Estado de S.Paulo

30 de março de 2015 | 12h21

BRASÍLIA - Empossada na nesta segunda-feira, 30, como a primeira mulher a assumir a presidência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Maria Lúcia de Oliveira Falcón defendeu uma reestruturação do instituto. "Não basta fazer reforma e ordenamento territorial. A luta passa pelo acesso à infraestrutura, capacitação e educação. Precisamos elaborar e implementar o terceiro Plano Nacional da Reforma Agrária", disse.

Agrônoma formada pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestre em Economia (UFBA) e doutora em Sociologia da Ciência e Tecnologia (UnB), Maria Lúcia assume o órgão a pedido da presidente Dilma Rousseff. Ela passou pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), pelo Ministério do Planejamento e pelo governo de Sergipe, aqui como secretária de Desenvolvimento.

Maria Lúcia assumiu o Incra afirmando que o órgão precisa "ouvir hoje palavras de esperança que estejam em sintonia com o Brasil atual". "O Incra é uma autarquia com umas das mais nobres missões sociais da esfera federal", disse.

Segundo ela, a missão passa agora por uma reestruturação financeira do órgão responsável pela reforma agrária. "Precisamos de um pacto pelo reposicionamento do Incra no conjunto do governo como órgão voltado para integridade territorial", afirmou. "Precisamos dos bancos públicos para criar um fundo de desenvolvimento do Incra", defendeu.

O ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Patrus Ananias, compareceu à cerimônia, mas sofreu um mal-estar relacionado à pressão arterial e precisou deixar o auditório. O MDA trabalha com a meta de assentar 120 mil famílias no segundo mandato da presidente Dilma.

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