No Twitter, Perillo denuncia 'supostas irregularidades' no Dnit de Goiás

Senador tucano afirmou que denúncias de irregularidades foram enviadas ao seu gabinete

Bruno Siffredi, do estadão.com.br

14 de abril de 2010 | 11h41

O senador tucano Marconi Perillo (GO) apresentou nesta quarta-feira, 14, um requerimento ao CCJ convocando o chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, para "dar explicação sobre o falso dossiê" contra ele.

 

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Alvo de uma investigação oficial aberta pelo governo federal, o senador usou seu Twitter para se defender das acusações segundo as quais teria realizado movimentações bancárias em paraísos fiscais no exterior. Além disso, denunciou "supostas irregularidades" no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) de Goiás.

 

O tucano afirmou que "denúncias de supostos superfaturamentos, arrecadação de propinas, corrupção e os outros desvios no Dnit em Goiás chegaram ao meu gabinete". O Dnit de Goiás "se transformou no maior ralo de corrupção no órgão em todo o Brasil", ressalta Perillo, que ainda acusa o diretor do órgão, Alfredo Soubihe Netom, de exigir propina nas obras federais realizadas no Estado.

 

O governo federal abriu no dia 12 de março uma investigação oficial para apurar supostas movimentações bancárias do senador goiano no exterior. De acordo com os papéis em poder do governo, as movimentações teriam ocorrido em bancos da Suíça e dos Estados Unidos e em paraísos fiscais do Caribe.

 

Nesta terça-feira, 13, ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha defendeu o processo de investigação do dossiê sobre supostas contas do senador, que é considerado um a avaliou que a análise dos documentos que mostram uma possível movimentação bancária em paraísos fiscais de um dos mais ferrenhos adversários do governo teve tramitação correta e normal.

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