No recesso, Cunha faz reunião sobre CPI do BNDES

De passagem por Brasília durante o recesso parlamentar, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tratou ontem com integrantes da bancada do PMDB das estratégias para a CPI dos BNDES. A comissão, que deve ser instalada no dia 6 de agosto, tem sido alvo de críticas e preocupação do Palácio do Planalto e de lideranças da base governista, que alertam para os risco das investigações à economia já fragilizada.

O Estado de S. Paulo

22 de julho de 2015 | 02h02

Nos bastidores, mesmo com a maioria dos deputados em recesso, é dada como certa a escolha de um peemedebista para o comando da CPI. A relatoria deve ficar com um representante da oposição.

Na reunião, o deputado Mauro Pereira (PMDB-RS) chegou a propor a divulgação de uma nota em apoio a Cunha em razão das reações ocorridas por parte de alguns integrantes da Câmara que pediram o afastamento do presidente. Cunha agradeceu, mas pediu que não fosse divulgado nenhum documento.

As reações de deputados opositores ao peemedebista ocorreram após vir a público trechos da delação do lobista Júlio Camargo que o acusou, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, de ter cobrado propina de US$ 5 milhões no âmbito do esquema da Lava Jato. O episódio também culminou no rompimento oficial do peemedebista com o Palácio do Planalto.

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