No rádio, Alckmin critica PT por quebra de sigilo de Verônica Serra

O candidato do PSDB ao governo de SP usou parte de seu tempo no rádio para tecer acusações contra o PT sobre vazamento de dados

Ricardo Chapola, do estadão.com.br

03 de setembro de 2010 | 16h58

SÃO PAULO - O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, disparou nesta sexta-feira, 3, críticas ao PT sobre quebra de sigilo de Verônica Serra, filha do presidenciável José Serra. Na voz do locutor de seu programa eleitoral veiculado na rádio, a oposição é acusada de cometer crime por devassar privacidade de pessoas próximas ao candidato do PSDB à Presidência. O locutor ressaltou também que esta não foi a primeira vez que o PT tenta prejudicar Serra."Confirmado. Violaram o imposto de renda da filha de José Serra. Isso é crime. Não é a primeira vez que pessoas próximas de José Serra têm a sua privacidade devassada. Não é a primeira vez que adversários de Serra tentam prejudicá-lo. A quem interessa mais essa armação contra Serra?", narrou.

 

Na TV, Alckmin também trocou farpas com seu principal adversário, Aloizio Mercadante (PT), na disputa ao governo de São Paulo. O tucano acusou Mercadante de faltar à reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado no último dia 6 de julho, cuja importância era a discussão recursos para a Companhia do Metropolitano (Metrô) paulistano. "Mais uma vez Mercadante faltou", afirmou o locutor do programa.

 

Mercadante adotou a mesma postura e rebateu os ataques ao criticar, em meio à promessas de construir 30 Km de metrô, as gestões tucanas no comando do Estado. Segundo o candidato do PT, Mario Covas, Geraldo Alckmin e José Serra construíram 25,8 quilômetros de metrô em 16 anos, dos quais Alckmin construiu apenas 2,6 quilômetros. "Ou seja, 650 metros por ano. É muito pouco", disse.

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