No Pará, Dilma comemora desemprego em baixa no País

A presidente Dilma Rousseff citou, nesta sexta-feira, em discurso em Castanhal (PA), a taxa de desemprego de 4,6%, medida pelo IBGE e avaliou que a meta é melhorar a qualidade dos empregos no País. "O Brasil é um País que tem uma das menores taxas de desemprego de toda a sua história, não só aqui, mas em relação ao mundo. A taxa é pequena e queremos que esses empregos sejam cada vez melhores" disse Dilma.

GUSTAVO PORTO, Agência Estado

01 de fevereiro de 2013 | 13h42

A presidente cobrou o empenho de prefeitos e governadores para incentivar a matrícula de alunos, principalmente no ensino técnico. "O curso técnico e profissionalizante aumenta a capacidade de trabalho, aumenta a renda do trabalhador. São 27,7 mil vagas do Pronatec", afirmou a presidente, em pronunciamento iniciado com mais de duas horas de atraso, durante cerimônia de entrega da 1.080 unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, na cidade paraense, a 65 quilômetros de Belém.

Dilma afirmou que o governo tem responsabilidade de assegurar a casa própria e avaliou que "no Brasil era muito difícil uma pessoa comprar casa, principalmente se a pessoa ganhava salário mínimo" antes do programa, lançado no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "A conta não fechava de jeito nenhum. E quando a conta não fecha, o governo tem a responsabilidade de garantir que as pessoas tenham acesso à casa própria e foi isso que fizemos", afirmou.

A presidente voltou a falar ainda que o governo está perto da meta de acabar com a pobreza extrema no País e a cobrar a ajuda dos prefeitos e governadores para que façam o cadastro de moradores para o programa Bolsa Família. "Temos de cadastrar todas as famílias da extrema pobreza ou da miséria", disse.

Durante os cumprimentos iniciais, Dilma citou a ex-governadora Ana Júlia Carepa (PT). Mas adotou, durante o discurso, um tom conciliador e amistoso com o governador tucano e adversário político, Simão Jatene, que derrotou Ana Júlia nas últimas eleições. A presidente cobrou parceria com o governo local em torno de uma agenda para esgotar os projetos existentes. "É uma parceria que vai mostrar que nosso compromisso é garantir um conjunto de direitos e que eles proporcionem uma vida cada vez melhor", concluiu.

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