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Em cerimônia no Ceará, Dilma pede que não haja 'retrocessos no País'

'Nós já conquistamos muita coisa. Não vamos deixar haver retrocesso neste País, nem no que se refere aos programas (sociais) nem no que se refere à questão da democracia', afirmou a presidente

Ricardo Chapola, enviado especial e Carmen Pompeu, especial para O Estado, O Estado de S. Paulo

28 de agosto de 2015 | 17h13

Atualizado às 19h28

Fortaleza - A presidente Dilma Rousseff pediu nesta sexta-feira, 28, que a sociedade não deixe haver "retrocessos no País". O pedido de Dilma ocorre no momento em que a petista é alvo de uma série de pedidos de impeachment ainda não analisados pelo Congresso. 

"Nós já conquistamos muita coisa. Não vamos deixar haver retrocesso neste País. Nem no que se refere aos programas (sociais). Nem no que se refere à questão da democracia", disse Dilma, durante a cerimônia de entrega de 480 unidades do programa Minha Casa Minha Vida na cidade de Caucaia, localizada na região metropolitana de Fortaleza (CE). 

"Tem uma minoria que aposta no quanto sempre pior, melhor. É aquele pessoal que pesca em águas turvas. Mas nós temos de ter clareza em afirmar: o Brasil é um País forte, que vai crescer e vai superar suas dificuldades, que são momentâneas".

Durante seu discurso, Dilma também fez um breve retrospecto histórico sobre a época da ditadura militar. Ela afirmou que, naquela época, as pessoas não podiam manifestar sua opinião e disse que hoje o Brasil é "um País tolerante". "Ao conquistar o direito de votar, nós mudamos a história desse País. Nós somos um País tolerante, que respeita os outros. Um País que quer ver seus filhos sendo criados num mundo de paz", afirmou Dilma, entre os gritos de "Não vai ter golpe", entoados por parte da plateia presente na cerimônia.  

Depois da entrega das casas em Caucaia, Dilma seguiu para Fortaleza, onde se encontrou com empresários no Centro de Eventos do Ceará. Durante a conversa, a presidente assinou a ordem de serviço de um lote da Transnordestina e fez um discurso sobre a importância da ferrovia para a região. 

Quando chegou ao local da reunião com os empresários, a presidente foi alvo de um pequeno protesto feito por cerca de 30 pessoas que pediam "Foram Dilma". 

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