Nicéa chama Protógenes para testemunhar contra Pitta

Estratégia da defesa é constranger o ex-prefeito com pendências judiciais e impedir a redução da pensão

AE, Agencia Estado

03 de dezembro de 2008 | 09h55

Depois de oferecer R$ 1 mil por informações que levassem à prisão do ex-marido, Nicéa Camargo decidiu usar algozes de Celso Pitta para provar que ele tem condições de quitar a dívida de R$ 120 mil de pensão alimentícia. O advogado de Nicéa, Alexandre Slhessarenko, arrolou como testemunhas na ação revisional da pensão o mentor da Operação Satiagraha, delegado  Protógenes Queiroz, e o promotor Silvio Marques, que move ação por improbidade contra Pitta. O investidor Naji Nahas, que segundo a PF enviava R$ 70 mil semanais a Pitta em suposto esquema de fraude, também foi incluído.     Veja também:   As fases da Operação Satiagraha: o que mudou e o que fica igual As prisões de Daniel Dantas  Os alvos da Operação Satiagraha  A estratégia de Slhessarenko é constranger o ex-prefeito com as outras pendências judiciais e impedir a redução da pensão de Nicéa, de R$ 20 mil mensais. Com a prisão decretada desde 19 de novembro, Pitta tinha até ontem para justificar a ausência em audiência da semana passada. Pitta chegou a telefonar para o Estado, afirmando que estava viajando e se apresentaria no dia 24. Seu advogado, Remo Battaglia, mudou a versão depois: disse que seu cliente tinha problemas de saúde. Battaglia não retornou mais as ligações."Pitta está numa situação complicada. Vai ter justificar sua ausência e, nisso, vai dizer onde está e ser preso?, disse Slhessarenko. "Se não justificar, a revisão é encerrada e a pensão, mantida." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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