Necessário aprofundar e consolidar conquistas, diz Dilma

Como um dos motes da sua campanha a reeleição, a presidente Dilma Rousseff defendeu há pouco que o Brasil precisa inaugurar um novo ciclo histórico de mudanças para "consolidar e aprofundar todas as conquistas" alcançadas nos governos do PT. "Esse novo ciclo pressupõe uma reforma dos serviços públicos, urbana e política", declarou, citando programas como o PAC, Pronatec, Minha Casa Minha Vida e Mais Médicos como parte desse novo período, além de uma reestruturação do pacto federativo. "Desafios são muito amplos, mas tarefas são desafiadoras", afirmou.

RICARDO DELLA COLETTA E RICARDO BRITO, Agência Estado

21 Junho 2014 | 14h40

Em seu discurso na convenção nacional do PT, em Brasília, Dilma rebateu críticas da oposição e disse que nas administrações petistas a inflação se manteve entre os mais baixos da história. "Para avançar é necessário um Estado mínimo, como querem alguns. o Estado tem que ser moderno e eficiente".

A presidente afirmou ainda que não é verdade que os projetos de mobilidade feitos para a Copa do Mundo não são só para o mundial. "Tudo foi feito para o desenvolvimento do povo brasileiro". "Nós passamos a escolher onde a gente coloca o dinheiro público". Ela argumentou, ainda, que "nós geramos mais de 20 milhões de trabalhadores e de oportunidades", em relação Às administrações do PT no Palácio do Planalto.

Dilma também citou realizações do governo federal na área de saneamento básico - "nós optamos por enterrar o dinheiro" - e no abastecimento de água no Nordeste. Ao comentar obras de abastecimento de água, ela aproveitou para alfinetar o PSDB, que governa o Estado de São Paulo. "Estados ricos como São Paulo não fizeram o dever de casa".

A presidente agora oficializada como candidata também destacou que a aprovação do Marco Civil da Internet em seu governo foi "fundamental" para a democratização da rede e disse que outro programa importante na área é o "Banda Larga para Todos". "Internet propicia a participação cidadã, aquilo que muitos não querem. Por último, ela disse que nos serviços de saúde, apesar dos esforços do governo federal, precisam ainda de avanços e transformação.

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