Não houve arbitrariedade na prisão de candidato, diz PM

A Polícia Militar do Estado de São Paulo afirmou que não houve arbitrariedade na prisão dos bancários em greve que protestavam no centro de São Paulo, nesta quinta-feira. Duas pessoas foram levadas o 1º Distrito Policial e depois liberadas, uma delas o candidato a prefeito da capital, Dirceu Travessos, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). Pela lei eleitoral, candidatos a prefeito não podem ser presos.O tumulto ocorreu em frente à agência da Nossa Caixa, na rua XV de Novembro, no centro de São Paulo. Houve confrontos entre policiais militares e sindicalistas. Segundo relatos dos sindicalistas, houve atuação de tropas de choque e teriam ocorrido agressões. A assessoria da Polícia Militar divulgou nota oficial, dizendo que "agiu em cumprimento a manutenção da ordem, garantindo a entrada dos funcionários ao trabalho e também o direito à manifestação dos grevistas". A PM concluiu: "não houve arbitrariedade na detenção do sindicalista".

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