Não há paralelo entre mensalão de MG e do governo, diz Aécio

Governador afirma que Azeredo terá tempo de apresentar os seus argumentos com 'serenidade e transparência'

Eduardo Kattah, do Estadão,

25 de setembro de 2007 | 20h57

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), insistiu nesta terça-feira, 25, na tese de que o chamado mensalão mineiro não tem "paralelo" com o escândalo que veio à tona no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Na minha avaliação, há uma diferença muito grande entre aquilo que ocorreu no plano federal com os problemas que ocorreram na campanha do então candidato Eduardo Azeredo. Acho que com serenidade e com muita transparência, ele (Azeredo) terá tempo de apresentar os seus argumentos e demonstrar que não há paralelo entre uma questão e outra", afirmou. Desde a divulgação recente do relatório final da Polícia Federal, Aécio não havia se pronunciado sobre o suposto esquema envolvendo as agências de publicidade de Marcos Valério Fernandes de Souza durante a campanha à reeleição do então governador de Minas, Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998. O governador saiu em defesa de Azeredo, mas salientou que "cada um tem que responder em relação às denúncias".  Ele argumentou que o PSDB "saberá se manifestar no momento oportuno" e "estará ao lado" do senador mineiro "para ouvir as suas justificativas e, obviamente, dar voz a elas".

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