Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

'Não há como evitar a avaliação de propostas sensíveis', diz Alcolumbre

Presidente do Congresso conduziu a sessão de abertura do ano Legislativo

Bárbara Nascimento e Caio Rinaldi, O Estado de S.Paulo

04 de fevereiro de 2019 | 17h00

O novo presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou, em discurso durante a sessão de abertura do ano Legislativo, que "inúmeros desafios" serão impostos à nova legislatura. Segundo ele, não há como evitar ajustes e reformas necessárias e citou a Previdência como a primeira delas. Alcolumbre ainda destacou as reformas tributária e administrativa.

"Não há como evitar os ajustes necessários e a avaliação de propostas sensíveis, sendo a primeira delas, a previdência", disse, citando a superação do desemprego e a garantia do desenvolvimento econômico como objetivos a serem perseguidos nas matérias votadas pelo Parlamento.

O novo presidente do Congresso disse que caberá ao Legislativo "harmonizar os contrários e diminuir diferenças" para chegar a decisões que seja soberanas, mas justas com a sociedade. "Vamos garantir direitos fundamentais, mas conscientes de que temos também deveres", apontou.

Ele defendeu a necessidade de harmonização entre os poderes e citou a renovação do Congresso como um sinal de que a população quer uma "nova postura de seus representantes". Segundo ele, as decisões tomadas pelo Parlamento não podem ser sigilosas e minimizou as diferenças entre maiorias e minorias (os chamados alto e baixo clero) do Congresso. "Não há que se falar em minorias e maiorias, em alto e baixo clero, estamos irmanados na igualdade", falou.

Alcolumbre citou o embate do último sábado entre ele e o senador Renan Calheiros pela presidência do Senado como exemplo do que não deve ocorrer. "O povo brasileiro não quer mais reprisar os acontecimentos do último sábado no Senado", disse. 

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