Na TV, Serra critica gestão do PT e foca área da saúde

Haddad e Chalita repetiram os programas da última sexta-feira; Russomanno mostrou suas caminhadas pela cidade e repetiu conteúdo abordado na propaganda no rádio

Guilherme Waltenberg, da Agência Estado

27 de agosto de 2012 | 14h09

SÃO PAULO - O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, abriu seu programa eleitoral de televisão desta segunda-feira criticando a administração da ex-prefeita petista Marta Suplicy (2001-2004), do PT, na área da saúde. Ele exibiu reportagens de televisão mostrando descaso com a população na administração petista e, em seguida, trecho de um vídeo de sua campanha vitoriosa para a Prefeitura, em 2004, no qual promete a construção do hospital do M'Boi Mirim. Em seguida, ele aparece em frente ao hospital construído.

O tucano também apresentou propostas para a educação, dizendo que irá levar cursos técnicos a todos os CEUs e criar uma rede técnica municipal. A biografia de Serra, com destaque para suas realizações como ministro da saúde, como o tratamento gratuito para pessoas com aids e os genéricos, foi exibida.

Celso Russomanno, do PRB, continuou sua estratégia de mostrar cenas do candidato em atividade na rua e, assim como sua propaganda no rádio, teceu críticas aos "padrinhos políticos". "Nenhum político famoso vai me apadrinhar, estou comprometido com você", afirmou o candidato.

Fernando Haddad, do PT, repetiu o programa de sexta-feira, no qual destacou as medidas que pretende tomar na área da saúde, caso seja eleito. Ele prometeu ampliar as 16 AMAs (Assistência Médica Ambulatorial) de especialidades , criar mil novos leitos hospitalares e fazer um plano de carreira para os médicos do município. Do PMDB, Gabriel Chalita também repetiu o programa ressaltando seus feitos como secretário estadual da Educação.

Soninha Francine, do PPS, contou a história de duas crianças que vão a escolas municipais, uma delas ruim e outra boa, dizendo que essa diferença tem que acabar. Paulinho da Força, PDT, mostrou depoimentos de pessoas com problemas com o transporte e falou de sua proposta de levar empregos à periferia com incentivo fiscal.

Do PSOL, Carlos Giannazi prometeu combater a corrupção e contou com depoimento do senador Randolfe Rodrigues, seu correligionário, um dos participantes mais ativos da CPI do Cachoeira. Eymael (PSDC) afirmou que São Paulo precisa ser governada como uma nação; Ana Luiza, do PSTU, deu apoio aos grevistas do funcionalismo público, Miguel Manso (PPL) criticou a evasão industrial em São Paulo e Anaí Caproni (PCO) criticou os capitalistas que dominam São Paulo. Levy Fidelix (PRTB) voltou a acusar adversários de copiarem suas ideias.

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