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Na Bahia, Paulo Souto esquece documento na hora de votar

Candidato de oposição notou que havia esquecido seu documento de identidade e não tinha nenhum outro documento oficial com foto

TIAGO DÉCIMO, Estadão Conteúdo

05 de outubro de 2014 | 13h22

O candidato da oposição ao governo da Bahia, Paulo Souto (DEM), passou por uma situação inusitada quando foi votar, na manhã deste domingo, no Colégio Estadual Pedro Calmon, no bairro de Jardim Armação, em Salvador. Ao chegar ao local, acompanhado do prefeito da cidade, Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM), e do candidato ao Senado pela coligação, Geddel Vieira Lima (PMDB), Souto notou que havia esquecido seu documento de identidade e não tinha nenhum outro documento oficial com foto. Por isso, o candidato precisou voltar para casa e retornou à zona eleitoral mais tarde, para, enfim, votar. "É muita coisa na cabeça", justificou ACM Neto.

Com quase uma hora de atraso sobre o horário previsto, por causa do trânsito para chegar ao local, o candidato governista à sucessão de Jaques Wagner (PT) na Bahia, Rui Costa (PT), votou no Colégio Estadual Duque de Caxias, no bairro periférico da Liberdade, por volta das 10h50. O candidato chegou à zona eleitoral acompanhado pelo candidato a vice na chapa, João Leão (PP), por familiares e por candidatos a deputado da coligação. Costa levou a filha caçula Marina, de 1 ano e 5 meses, para a cabine, onde votou em menos de um minuto.

O candidato governista disse estar confiante na vitória e afirmou que o Ibope "demorou para perceber" o que ele "via nas ruas". Pesquisa divulgada ontem pelo instituto aponta empate numérico entre Costa e Paulo Souto (DEM), ambos com 36% das intenções de voto (46%, considerando-se apenas os votos válidos), mostrando grande crescimento do petista e queda do democrata na semana anterior ao pleito. "A gente já vinha percebendo esse crescimento nos lugares da Bahia que a gente visitou", disse. "Estamos confiantes na vitória."

A candidata do PSB ao Palácio de Ondina, Lídice da Mata, reconheceu que deu certo a estratégia montada pelo DEM e pelo PT para polarizar a eleição na Bahia, que ela classificou como "artificial e montada à custa das máquinas e do dinheiro". Ela votou às 10h deste domingo, 5, em um colégio público, no bairro de Brotas, em Salvador.

Lídice, que momentos antes tinha acompanhado o voto da candidata, na sua chapa, ao Senado, Eliana Calmon, afirmou que continuará lutando pela construção de "um outro estilo de política, pois se não dermos o primeiro passo, ele nunca chegará". Ela criticou o abuso do poder econômico na campanha. "Essas eleições tiveram uma interferência enorme do poder econômico, como nunca se viu", reclamou. 

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