Daniel Senise/Foto Kraw
Daniel Senise/Foto Kraw

Museu de Curitiba recebe novas obras apreendidas na Lava Jato

Desde o início da operação, local recebeu quatro lotes de obras entre maio de 2014 e maio de 2015; o primeiro com 16 obras; o segundo em fevereiro deste ano com 48; em março mais 139 e agora em maio, 45

Julio Cesar Lima, especial para O Estado, O Estado de S. Paulo

29 de maio de 2015 | 22h20

Curitiba  - O Museu Oscar Niemeyer ( MON), em Curitiba (PR),  45 obras apreendidas na 13ª fase da Operação Lava Jato. São 40 telas e cinco esculturas dos artistas Arthur Luiz Piza, Antonio Gomide,  Carlos Scliar, Daniel Senise, Amilcar de Castro, Nelson Leirner, Arcangelo Ianelli, Tarsila do Amaral e duas esculturas de Bruno Giorgi. Este é o quarto lote que o Museu recebe desde o início da operação.

De acordo com a diretora-presidente Juliana Vosnika o MON é fiel depositário e responsável pela guarda das obras. "É importante para o Museu Oscar Niemeyer a confiança depositada pela Justiça Federal. Destaco que a Reserva Técnica do Museu abriga atualmente quase quatro mil obras, além das apreendidas nesta operação, que estão preservadas conforme os critérios museológicos internacionais", afirma.

Até decisão da Justiça Federal, que deve definir se os lotes irão compor o acervo do MON, não cabe à instituição realizar o laudo de autenticidade nem averiguar o valor de cada uma das obras. Elas vão passar por todo o procedimento técnico adequado: quarentena, higienização e preservação e ficarão na Reserva Técnica.

Desde o início da Operação Lava Jato, o Museu recebeu quatro lotes de obras entre maio de 2014 e maio de 2015. O primeiro com 16 obras; o segundo em fevereiro deste ano com 48; em março mais 139 e agora em maio, 45. Atualmente o espaço tem no acervo 248 obras que vieram das apreensões da Polícia Federal.

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