Mundo está mais feliz que em 2007, diz pesquisa

Apesar das dificuldades econômicas, guerras, conflitos e desastres naturais, o mundo está mais feliz hoje do que há quatro anos, e indonésios, indianos, mexicanos e brasileiros são, nessa ordem, os povos mais satisfeitos do planeta.

REUTERS

10 de fevereiro de 2012 | 17h36

Mais de três quartos dos entrevistados em uma pesquisa internacional se disseram contentes com suas vidas, e quase um quarto se disse muito feliz.

"O mundo é um lugar mais feliz hoje, e podemos na verdade mensurar isso porque temos monitorado", disse John Wright, vice-presidente-sênior da Ipsos Global, que desde 2007 já perguntou sobre a felicidade a mais de 18 mil pessoas em 24 países.

Mas ele acrescentou que é preciso levar em conta o que torna as pessoas felizes. "Não é só a economia ou seu bem estar. Há toda uma série de outros fatores que as faz serem quem elas são hoje."

No outro extremo do ranking, Hungria, Coreia do Sul, Rússia, Espanha e Itália são os países onde menos gente está feliz.

E, provando que dinheiro não traz felicidade, algumas das maiores potências econômicas mundiais, incluindo Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha, ocupam posições médias no ranking da felicidade.

"Há um padrão que sugere que há muitos outros fatores além da economia que tornam as pessoas felizes, então isso fornece um elemento, mas não é a história toda", disse Wright.

Regionalmente, a América Latina tem a maior proporção de pessoas felizes, seguida por América do Norte, Ásia-Pacífico, África e Oriente Médio. Na Europa, só 15 por cento se dizem muito felizes.

(Reportagem de Patricia Reaney)

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