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Múcio nega que Castelo de Areia seja eleitoreira

Ministro de Relações Institucionais disse que 'em operação da polícia ninguém interfere'

Gerusa Marques, da Agência Estado,

31 de março de 2009 | 14h23

O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, rebateu nesta terça-feira, 31, as críticas da oposição de que seja eleitoreira a operação Castelo de Areia, da Polícia Federal (PF), que descobriu doações da empreiteira Camargo Corrêa para partidos políticos. "Em operação da polícia ninguém interfere. O fato de ser eleitoreira ou não depende das partes contrariadas", disse Múcio, ao chegar à Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, para o lançamento da agenda legislativa com propostas da entidade para o Congresso Nacional. "A gente torce para que não prolifere a impunidade, mas também para que não prolifere os atos de injustiça."

 

Veja também:

especialEntenda a operação que atingiu a Camargo Corrêa

Segundo ele, é mais importante que as investigações sejam feitas antes dos fatos serem divulgados. Porém, Múcio disse que uma eventual inibição do trabalho da PF pode resultar na condescendência com ações ilegais. Para ele, está havendo uma confusão entre doação ilegal e doação legal para campanhas políticas. "E isso atrapalha", afirmou o ministro. Múcio disse que todas as doações legais estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Eu me preocupo muito porque você divulga e depois vai ver que foi lícito."

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