MST do Rio vai seguir orientação nacional de invadir terras

O MST no Rio vai seguir a orientação do movimento nacional e continuar com as invasões no Estado, apesar da medida provisória baixada pelo governo passado, que tornou crime as ocupações de terra.O representante nacional do movimento no Rio, Celso Antunes, disse que, agora, a política ?é fazer ocupação com novo sentido?: ?A gente vê que o governo está comprometido com a reforma agrária. Hoje, o maior inimigo é o latifúndio, e, se não fizermos pressão, não vamos conseguir nada.?Cerca de 250 integrantes do MST fizeram nesta quinta-feira uma caminhada de cinco quilômetros entre o Mirante Dona Marta e o alto do Morro do Corcovado para lembrar os sete anos do massacre de Eldorado dos Carajás (PA).Eles levaram cruzes, representando os 19 mortos, e faixas pedindo paz e justiça. José Luis Patrola, coordenador regional do MST, disse que, no Estado do Rio, existem 900 famílias acampadas e 1.500 assentadas. A maioria, segundo ele, se concentra nos municípios de Campos, São Francisco do Itabapoana (norte fluminense), Barra do Piraí e Resende (região do Médio Paraíba).

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