MP vai apurar ligação de vereador de SP no caso BNDES

O Ministério Público Estadual (MPE) vai investigar a rede de tráfico de influência que manteve aberta a casa W.E., prostíbulo de luxo de São Paulo. Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal durante as investigações que levaram à deflagração da Operação Santa Tereza mostram fiscais da Prefeitura, policiais e assessores políticos supostamente ajudando a organização criminosa. As escutas envolvem o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Antônio Carlos Rodrigues (PR), e seu genro e braço direito, Fabiano Alonso. A decisão de investigar o caso, revelado ontem pelo jornal O Estado de S.Paulo, foi tomada pela Promotoria de Justiça da Cidadania, que vai verificar possível improbidade administrativa cometida pelos envolvidos. O Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) também quer cópias dos materiais produzidos pela PF. Na Câmara Municipal, a vereadora e candidata a prefeita Sonia Francine (PPS) tentava ontem articular a abertura de CPI para apurar se Carlinhos quebrou o decoro parlamentar. A parlamentar necessita de 19 assinaturas. ?Não podemos deixar dúvidas à população sobre a conduta do Legislativo?, diz Soninha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.