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MP quer seguir pista da Suíça sobre Maluf

O Ministério Público Estadual deverá pedir a ampliação da quebra de sigilo bancário do ex-prefeito Paulo Maluf (PPB), com base no documento oficial do governo da Suíça, enviado ontem para o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que confirmou operações financeiras, em nome de Maluf, realizadas no Citibank daquele país desde 1985. Na segunda-feira, o juiz corregedor Maurício Lemos Porto Alves decretou a quebra do sigilo bancário do ex-prefeito a partir de 1993. Os promotores Marcelo Mendroni, do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), e Sílvio Antônio Marques, da Cidadania, que investigam supostos crimes de superfaturamento em obras e de improbidade administrativa durante a gestão de Maluf na Prefeitura de São Paulo, concederam entrevista coletiva nesta tarde. Eles afirmaram que já tinham informações sobre as contas de Maluf no exterior, mas que esperavam a confirmação oficial para divulgar a informação. "A situação de Maluf se complica mais a cada momento", avaliou Mendroni.Vereadora A vereadora Ana Martins (PCdoB), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Dívida Pública da Câmara de São Paulo, pretende encaminhar ao Ministério Público Estadual uma representação pedindo que seja apurado suposto crime de falso testemunho que teria sido cometido pelo ex-prefeito Paulo Maluf (PPB), na sessão de segunda-feira da comissão. Maluf foi inquirido mais de 20 vezes pela vereadora sobre a acusação de que ele era beneficiário de contas em paraísos fiscais. Maluf negou-se a responder.

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