MP denuncia 7 servidores de Segurança do Rio por improbidade

Eles são acusados de não licitar compra de equipamentos da secretaria na integração de dados das polícias

Solange Spigliatti, Central de Notícias

12 de agosto de 2009 | 15h09

Os ministérios públicos Federal (MPF) e Estadual (MP) do Rio de Janeiro propuseram uma ação de improbidade administrativa contra sete servidores do alto escalão da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e da Fundação José Pelúcio Ferreira e pedem o bloqueio dos bens dos réus para ressarcir os prejuízos do contrato do Estado com a Fundação.

 

Segundo o MPF, os acusados são processados pela dispensa indevida de licitação de equipamentos e serviços para a Secretaria, previstos em convênio com a União. Os servidores citados no processo são o ex-subsecretário de administração, Ricardo Guimarães; o ex-diretor-geral de orçamento e finanças, Luiz Coelho de Azevedo; o ex-diretor-geral de apoio logístico, Roberto Marinho Falcão; o ex-subsecretário de administração, César José de Campos; o diretor-geral de tecnologia da informação, Marcelo Soares de Oliveira; e as ex-assessoras jurídica chefe, Jéssica Oliveira de Almeida e Cândisa Andréa Ribeiro.

 

A dispensa indevida de licitação ocorreu na implantação do Plano Nacional de Segurança Pública, em um convênio da SSP com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) para integrar os bancos de dados das polícias Civil e Militar. A promotoria de Justiça do Rio e a procuradoria Geral da República querem a condenação dos réus com penas de ressarcimento dos prejuízos aos cofres públicos, perda da função pública, suspensão de direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar temporariamente com o poder público.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.