Denis Ferreira Neto/Estadão, Felipe Rau/Estadão, Adriano Machado/Reuters e Felipe Rau/Estadão
Denis Ferreira Neto/Estadão, Felipe Rau/Estadão, Adriano Machado/Reuters e Felipe Rau/Estadão

Moro, Doria, Simone Tebet e d'Avila cobram que governo Bolsonaro se posicione em defesa da Ucrânia

Candidatos da terceira via à Presidência afirmam que não há espaço para neutralidade quando os princípios da defesa da paz, da soberania nacional e da legitimidade da ordem internacional são violados

Levy Teles, O Estado de S.Paulo

01 de março de 2022 | 17h35
Atualizado 01 de março de 2022 | 19h38

Os pré-candidatos à Presidência da República Sérgio Moro (Podemos), João Doria (PSDB), Simone Tebet (MDB) e Felipe d’Avila (Novo), publicaram, nas redes sociais nesta terça-feira, 1º, um manifesto assinado em conjunto em apoio à Ucrânia, em que pedem ao governo brasileiro “que se posicione e que se una às nações que defendem a soberania” do país do leste europeu.

O texto ainda diz que não há espaço para neutralidade quando os princípios da defesa da paz, da soberania nacional e da legitimidade da ordem internacional são violados. O ataque militar à Ucrânia, diz o comunicado, “coloca em risco a soberania de países que lutaram contra os tiranos por liberdade e inserção na comunidade das nações”.

Neste domingo, 27, o presidente Jair Bolsonaro evitou condenar a invasão da Ucrânia e se mostrou reticente em relação à possibilidade de a comunidade internacional impor sanções à Rússia. “Para nós, a questão do fertilizante é sagrada. E nossa posição, como acertado com o Carlos França, é de equilíbrio”, declarou. 

Os presidenciáveis pedem à Rússia que “retome o caminho da diplomacia para a restauração da paz” e oferecem solidariedade ao povo ucraniano.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.