EFE
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Ministros de Dilma continuarão a receber salários mesmo em quarentena

Quem pedir demissão após o afastamento da presidente não poderá exercer outro emprego nos primeiros 180 dias após sua saída

Carla Araújo, O Estado de S.Paulo

11 de maio de 2016 | 19h57

BRASÍLIA - Os ministros do governo da presidente Dilma Rousseff que acertaram que pedirão demissão após o possível afastamento da presidente pelo Senado terão que entrar em uma quarentena de 180 dias após deixarem o cargo, ou seja, não poderão exercer outros empregos, uma vez que são considerados pessoas com informações estratégicas para o País.

O Conselho de Ética da Presidência vai analisar individualmente eventuais pedidos para que algum deles assuma outro emprego. "A quarentena é um instituto para preservar segredos de Estado", afirmou um interlocutor da presidente. O mesmo acontecerá com cargos próximos aos ministros que também terão que ser submetidos a uma avaliação.

Ao deixarem os cargos e entrarem na quarentena os ministros continuam recebendo salário, mas perdem os demais benefícios do cargo, como o foro privilegiado. 

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