Ministro teme impacto de efetivação de servidores

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou hoje que a proposta que efetiva 260 mil servidores com contratos temporários, na Câmara, que está na pauta de votação, abre um "hiperprecedente", que poderia ser estendido para outros funcionários públicos sem estabilidade. "Não faço idéia do impacto de quanto isso vai custar", afirmou. Ele disse, porém, que não fará nenhuma ação direta para evitar a votação da emenda constitucional, mas considera questão de bom senso um maior debate sobre o tema. Bernardo manifestou preocupação com as implicações dessa proposta, porque ela passa ao largo de dispositivos que regulamentam a contratação dos servidores por concurso público. "É preciso saber como será essas contratações. Saber se eles vão entrar no regime jurídico único e qual impacto que isso vai causar", disse ao deixar seminário na Procuradoria Geral da República.

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