Ministro Paulo Bernardo elogia Linha-2 Verde do Metrô

Ao contrário das demais autoridades que participaram de uma cerimônia na Faculdade de Medicina da USP, o ministro Paulo Bernardo foi embora do local de metrô. O ministro deixou o carro de lado, tomou o trem na estação Clínicas e desceu na estação Consolação, de onde foi para o escritório da Presidência da República, na Avenida Paulista. Antes de embarcar para Brasília, às 15h30, disse que ia comprar livros, entre eles, um de Jô Soares. Bernardo não foi reconhecido no trem, que estava cheio, mas não lotado.

ANNE WARTH, Agência Estado

11 de novembro de 2011 | 13h57

No caminho Bernardo lembrou os tempos em que morou em São Paulo, nos anos de 1980, e elogiou a Linha-2 Verde do Metrô, que não existia na época em que ele morava na cidade e trabalhava no Banco do Brasil. Ele estava acompanhado do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que também participou do evento e tomou o metrô para a sede da entidade.

Ambos participaram da cerimônia em que o médico Roberto Kalil Filho foi nomeado professor titular do Departamento de Cardiopneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Além de Skaf e Bernardo, o evento contou com a presença da presidente Dilma Rousseff.

Em Brasília, disse que iria encontrar sua mulher, a ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann, e juntos seguiriam para Curitiba para passar o final de semana. Bernardo descartou que sua esposa possa ser candidata à prefeitura da capital paranaense. De acordo com ele, a mulher tem uma posição importante no governo Dilma e não poderia deixar o cargo. Além disso, destacou, acabou de se eleger senadora pelo Estado.

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