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Ministro Fernando Filho, do PSB, vai a almoço com Temer após sigla pedir renúncia do presidente

Partido anunciou saída definitiva da base do governo e resolveu fechar questão em favor de uma PEC para eleição direta

Breno Pires, O Estado de S.Paulo

20 de maio de 2017 | 22h07

BRASÍLIA - A ausência de partidos da base na reunião-almoço com o presidente Michel Temer no Palácio da Alvorada, neste sábado, 20, ficou por conta do PSB, cuja executiva nacional anunciou, após reunião nesta tarde, a saída definitiva da base do governo e resolveu fechar questão em favor de uma PEC para eleição direta. Porém, o ministro do PSB no governo, Fernando Filho, de Minas e Energia, foi ao encontro de Temer no Alvorada na noite deste sábado junto com o pai, o senador Fernando Bezerra Coelho.

Fernando Filho ainda não definiu se permanece ou entrega o cargo. O ministro havia pedido um prazo de 24h para pensar, e já se passaram 48h, como apontou o partido, que espera um posicionamento. A decisão de Fernando Filho pode ficar para ser anunciada na próxima segunda-feira.

Sobre a saída do PSB da base do governo, o deputado Beto Mansur (PRB-SP) - que saiu antes da chegada de Fernando Filho - afirmou que deputados continuariam votando pelas reformas. "O único partido que acabou saindo da base foi o PSB, mas ele sai pela metade, nós não vemos nenhuma saída além do PSB. Os dirigentes do PSB, eles, pelo que a gente vê, lógico que a gente respeita o partido, mas eles não tão refletindo o que está acontecendo nas votações no plenário. Metade está votando nas reformas", disse Mansur.

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