Ministro do Trabalho minimiza críticas aos radicais do PT

O ministro do Trabalho, o petista Jaques Wagner, afirmou que a expulsão de radicais do PT contrários à reforma previdenciária é uma questão que deverá ser decidida pela cúpula do partido. Ele não quis comentar as declarações do presidente do partido, José Genoino, e disse que tinha apenas uma opinião pessoal sobre o assunto: "A pluralidade sempre foi uma riqueza do partido e tem que se exercitar como se trabalha com isso". Segundo ele, há uma posição do governo e do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a questão e, apesar das manifestações, que ele classificou de legítimas, têm que ser respeitadas pelos membros da bancada. "O fato de dizer se pune, se não pune, se expulsa ou se não expulsa, é uma opinião do Genoino", disse.Ontem um grupo de petistas, liderados pela senadora Heloísa Helena (PT-AL) e pelo deputado federal Lindberg Farias (PT-RJ), se aliou ao presidente do PDT, Leonel Brizola, para se opor a aspectos da reforma previdenciária, como a taxação dos inativos. O grupo se propôs a discutir juridicamente o uso de recursos do governo em propagandas para esclarecer a população sobre as reformas.Veja o índice de notícias sobre as reformas

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