Ministro do PSB diz que defenderá aliança com Dilma

Fernando Bezerra Coelho, da Integração Nacional, entende que a decisão do partido sobre as eleições só terá tomada em 2014, mas reconhece a forte tendência de candidatura própria, com Eduardo Campos

João Domingos e Daiene Cardoso, Agência Estado

18 de setembro de 2013 | 15h53

Após o PSB confirmar a saída do governo Dilma nesta quarta-feira, 18, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, do partido, disse que vai continuar defendendo aliança com a Dilma Rousseff para a sucessão presidencial em 2014. Mas entende que isso só vai ser decidido no ano que vem e que há uma forte tendência no partido de ter candidatura própria na eleição para a Presidência. O provável candidato é Eduardo Campos.

Bezerra afirmou que, apesar de sua posição pela continuidade da aliança, não vê possibilidades de ainda continuar no governo, mesmo com a decisão do PSB de entregar os cargos. "Da forma como a nota que será entregue à presidente foi redigida, não há essa possibilidade. A decisão foi de entrega dos cargos." Ele disse que, mesmo com o rompimento, o PSB continuará a ajudar a presidente Dilma no sentido de melhorar a gestão pública.

O PSB ocupa o Ministério da Integração Nacional, três diretorias da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), a Secretaria dos Portos, as presidências da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) e da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf).

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.