Ministério Público cria força-tarefa da Lava Jato para atuar no STJ

A força-tarefa foi criada para dar mais agilidade e tratamento uniforme às ações judiciais e processos correlatos que tramitam no STJ, onde são investigados governadores

O Estado de S.Paulo

04 de dezembro de 2015 | 14h22

Brasília - Uma força-tarefa de subprocuradores gerais passará a atuar exclusivamente nos processos da Operação Lava Jato que estão no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O Conselho Superior do Ministério Público Federal, presidido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot,  aprovou nesta sexta-feira cinco nomes, que darão prioridade às ações que envolvem as investigações do esquema de corrupção na Petrobrás no Tribunal.

A proposta é da câmara de combate à corrupção do Ministério Público Federal (MPF). A força-tarefa foi criada para dar mais agilidade e tratamento uniforme às ações judiciais e processos correlatos que tramitam no STJ. O grupo ajudará a desafogar o trabalho, que estava concentrado com Ela Wiecko, a vice-procuradora geral da República.   

Os subprocuradores nomeados são Francisco de Assis Vieira Sanseverino, José Adônis Callou de Araújo Sá - que já estavam trabalhando com os processos da Lava Jato -, Maria Hilda Marsiaj Pinto, Mario José Gizi e Áurea Maria Etelvina Pierre.

Esse é o terceiro grupo do MPF destinado a investigar o caso. Atua também na Lava Jato uma força-tarefa de procuradores da República na primeira instância da Justiça Federal do Paraná. Composto por doze integrantes, o grupo foi designado em abril de 2014 por Janot. Para auxiliar o PGR nas ações da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), também há um grupo de trabalho formado por membros do MPF e MPDFT e que foi instituído em janeiro. 

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