Ministério ligado a Gerdau economiza R$ 700 milhões

O governo federal identificou irregularidades, como lançamentos a mão, que custavam R$ 700 milhões por ano na folha de pagamento da União. Segundo Valter Correia da Silva, chefe da assessoria especial para modernização da Gestão do Ministério do Planejamento, o valor foi economizado em dois anos e meio, após a implementação do novo sistema de pessoal para pagamento de salários de ativos e pensionistas.

IURI DANTAS, Estadão Conteúdo

17 de setembro de 2014 | 08h01

O projeto completo tem previsão de término em 2018. "Encontramos uma série de problemas de remuneração indevida", afirmou Correia da Silva. "Eram irregularidades mesmo, não fraudulentos, o sistema permitia lançamento nominal. Estancamos algo em torno de R$ 700 milhões, sem judicialização." Em outra iniciativa, o governo reduziu quase à metade os valores gastos com telefonia fixa, por meio da aquisição unificada de serviços na Central de Compras.

O Estado revelou ontem que o governo abandonou a Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade, instalada pela presidente Dilma Rousseff para aperfeiçoar a gestão pública em parceria com o setor privado. Presidida por Jorge Gerdau, o grupo não realizou nenhuma reunião neste ano. "O fato de não ter tido reunião do pleno da Câmara não significa que o trabalho parou", argumenta Silva. "Eu, a ministra Miriam (Belchior, do Planejamento), o ministro (Aloizio) Mercadante (da Casa Civil), temos nos reunido rotineiramente. Encontro com o Gerdau duas vezes por mês." Segundo o chefe da assessoria, Dilma encontrou os integrantes da Câmara, embora não tenha ido a uma reunião formal do grupo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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