Ministério da Saúde dá mais uma ajuda para São Paulo

Pela segunda vez, em menos de dois meses, a cidade de São Paulo foi escolhida pelo governo federal para o lançamento de programas ou liberação de verbas à área da Saúde. O setor é um dos mais criticados da administração Marta Suplicy (PT) e o alvo preferido dos ataques dos seus adversários na disputa pela Prefeitura. Hoje, o ministro da Saúde, Humberto Costa, esteve na capital paulista para anunciar, ao lado da prefeita, candidata à reeleição, um reforço de R$ 8 milhões no repasse anual de recursos ao hospital filantrópico, Santa Marcelina. A unidade é parceira da Prefeitura no atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS) e um dos mais importantes complexos hospitalares da zona leste. Com o aumento, a entidade passará a receber R$ 89,4 milhões por ano. Na próxima semana, um outro grande hospital da capital, a Santa Casa de Misericórdia, receberá reforço de caixa. O valor não foi divulgado. Costa negou que São Paulo esteja sendo favorecida pelo Ministério da Saúde. ?São Paulo foi a primeira porque o Santa Marcelina cumpriu mais rapidamente todos as exigências do Ministério. Além disso, era um hospital que estava vivendo uma situação de grande dificuldade financeira. Ele também tem boas condições de gestão, que vão permitir mostrar os resultados bem mais rápidos?, afirmou. No mês passado, São Paulo também foi a primeira cidade a receber ambulâncias doadas pelo Ministério. Foram 52 veículos, quase metade da frota da Prefeitura. Antes disso, a capital já havia recebido 10 das 17 farmácias populares inauguradas pelo governo federal em algumas capitais do País. A prefeita iniciou seu discurso justificando o motivo pelo qual São Paulo havia sido a primeira cidade a receber a ajuda do governo federal. ?Outras sete unidades em todo o País vão receber essa ajuda. São Paulo foi a primeira que percebeu e solicitou essa benfeitoria. Desde o ano passado estamos trabalhando com o Ministério para resolver essa situação difícil do Santa Marcelina?.

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