Ministério da Justiça deve ajudar Petrobrás em ações abertas nos EUA, indica Cardozo

Uma das ações é de autoria da cidade de Providence, que alega prejuízo em investimentos por conta das denúncias de corrupção

Fábio Brandt e Lais Alegretti, O Estado de S. Paulo

01 de janeiro de 2015 | 15h09

BRASÍLIA - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), sinalizou nesta quinta-feira, 1º, ao chegar na solenidade de posse de Dilma Rousseff no Congresso, que sua pasta deve ajudar a Petrobrás a se defender em ações abertas contra a empresa nos EUA por investidores que se sentiram prejudicados por causa do escândalo de corrupção.


"Sempre que, no âmbito do exercício do Ministério da Justiça, alguma atividade for necessária para defesa da União, dos entes da administração pública, seguramente será feita por mim", disse Cardozo.


Uma das ações abertas contra a Petrobrás nos EUA é de autoria da cidade de Providence, capital do estado de Rhode Island.


Cardozo disse que nas ocasiões em que se envolveu na defesa, o fez em benefício da administração pública e não de indivíduos. Ele chegou a ir ao TCU quando o tribunal analisava declarar indisponíveis os bens de diretores da estatal envolvidos com a compra da refinaria de Pasadena.


Sobre a Lava Jato, operação da Polícia Federal que revelou o esquema de corrupção, Cardozo disse que ela deve continuar com "autonomia" e "independência".

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