Método preocupa condenados do mensalão

O fantasma da dosimetria de penas atormenta os réus do mensalão. "Mais do que crucial, verdadeiramente tormentoso o momento a que chega o julgamento da persecução criminal em tela", escreveu o criminalista Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça, defensor do executivo José Roberto Salgado, do Banco Rural.

FAUSTO MACEDO, Agência Estado

24 de outubro de 2012 | 09h45

Em memorial entregue nesta terça-feira (23) ao Supremo Tribunal Federal (STF), Thomaz Bastos sustenta que seu cliente "não deferiu nenhum dos empréstimos" citados na denúncia. A responsabilidade pelas operações é atribuída a Augusto Dumont, que já morreu.

O advogado Maurício de Oliveira Campos Junior, que defende Vinícius Samarane, também do Rural, ponderou. "Sua culpabilidade não apresenta maior juízo de censura, ao contrário, encerra menor reprovabilidade, notadamente em razão de sua condição de empregado; é primário, portador de bons antecedentes, trabalhador, bom pai e chefe de família; sua conduta social é, portanto, irrepreensível." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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