Mergulhar é preciso #MERGULHENOESTADAO

As Supercolunas do Estadão propõem um novo jeito de navegar nas plataformas digitais do jornal

João Gabriel de Lima, O Estado de S.Paulo

01 de janeiro de 2019 | 10h30

Caro leitor,

navegar é preciso.

O verso de Fernando Pessoa ganhou atualidade na era digital. No mar de conteúdos, nós, leitores, seguimos de um a outro. Às vezes a esmo, como o “errante navegante” da música de Caetano Veloso. Às vezes com objetivos precisos – como um capitão que, munido de mapas marítimos, leva seu barco a bom porto.

As Supercolunas do Estadão são cartas de navegação para atravessar, com proveito e segurança, o mar de notícias. Elas são elaboradas pelos capitães de nosso time – os editores do Estadão e os especialistas do jornal em várias áreas.

No passado analógico, um jornal se limitava a relatar os fatos do dia anterior, e estava fadado a se esgotar no dia seguinte.

Na era digital, um jornal é uma riquíssima plataforma de conteúdos que ficam disponíveis para sempre. Furos de reportagem e notícias quentes alimentam o jornal todos os dias. Eles se somam a grandes reportagens. Artigos. Entrevistas. Ensaios. Em diversos formatos. Textos. Vídeos. Podcasts. Combinar tudo isso de forma inteligente proporciona a melhor experiência de leitura.

Num jornal digital, para além de conhecer os fatos, é possível mergulhar no mar de conteúdos – e ENTENDER o sentido desses mesmos fatos.

As Supercolunas são textos cheios de links elaborados pelos editores e especialistas do Estadão que, como já se disse, servem como mapas de navegação no mar de notícias. Links para reportagens que aprofundam os acontecimentos; para fatos anteriores, que trazem o contexto; para infográficos e bases de dados, que quantificam; para artigos que iluminam; para editoriais que opinam; para vídeos e fotos que ilustram; para podcasts e entrevistas que esclarecem.

Elas propõem um MERGULHO, que permite que se vá muito além da superfície das notícias.

Não à toa, sua hashtag nas redes sociais será #mergulhenoestadao.

Ler um jornal, na era digital, será cada vez mais uma jornada emocionante em busca do tesouro que existe no fundo do mar de notícias: o sentido do que acontece. As Supercolunas permitem que tal mergulho se dê lado a lado com os jornalistas do Estadão.

Numa época com tantos acontecimentos – para não falar nas fake news – mergulhar é preciso. Saber o significado dos fatos é fundamental para tomar as melhores decisões. Todos os dias, na vida pessoal e no trabalho. De dois em dois anos, diante da urna eletrônica.

Não é por acaso que decidimos iniciar o projeto Supercolunas com um especial sobre o governo que toma posse hoje. Gostem-se ou não dos representantes que os brasileiros escolheram nas últimas eleições, houve uma troca de guarda significativa no poder. Decisões importantes do nosso dia-a-dia – como resolver, por exemplo, se devemos assumir as prestações de um carro novo – dependem em larga medida das negociações entre os representantes que escolhemos para o Executivo e para o Legislativo em Brasília.

Nossos escolhidos conseguirão, para ficar na prioridade emergencial do país, aprovar uma reforma decente para o sistema previdenciário? Em caso negativo, aumentam, entre outras coisas, as chances de volta da inflação – e aí é melhor não comprar carro nenhum, a não ser que seja à vista. De diversas maneiras, Bolsonaro – com o perdão do trocadilho – afeta o nosso bolso.

Com as Supercolunas, será possível não apenas mergulhar nos fatos, mas também segui-los como minisséries. Este governo estará cheio de enredos e tramas dignas de um roteirista do Netflix – as quais, para além da intensidade dramática, serão decisivas para nossas vidas. Bolsonaro e a economia. Bolsonaro e as reformas. Bolsonaro e o Congresso. Bolsonaro e a Justiça. Bolsonaro e o mundo. Bolsonaro e o meio ambiente. Bolsonaro e a educação. Bolsonaro e os militares. E – talvez a mais momentosa de todas – A família Bolsonaro.

Algumas minisséries terão ritmo vertiginoso, outras periodicidade mais espaçada, ao sabor dos fatos. Algumas terão duração curta. Outras, infinitas temporadas.

Clicando nas Supercolunas, com auxílio dos editores e especialistas do Estadão, será possível entender os fatos – e acompanhar suas repercussões.

Siga as minisséries. Mergulhe no Estadão.

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