Mercadante critica Câmara por romper acordo da tributária

O líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP), reagiu indignado à decisão da Câmara de romper o acordo em torno da reforma tributária aprovada no ano passado pelo Senado. Para atender a alguns governadores, os deputados resolveram fazer mudanças no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), deixando que a unificação das alíquotas do tributo entre em vigor só em 2006. ?Não é possível tirar da pauta esse tema?, reclamou Mercadante, que comandou a negociação no Senado para aprovar da reforma tributária, envolvendo governo, empresariado e governadores. Além de ser um tema defendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha, a reforma tributária é importante para o crescimento econômico e para resolver os desiquilíbrios regionais, na avaliação de Mercadante. ?Ela é indispensável para o crescimento, para ordenar os tributos e desonerar os investimentos?, disse o líder do governo que já começou a receber pressões de setores do empresariado contrários à decisão da Câmara. ?São compromissos que foram firmados no Senado?, completou.

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