Mercadante: antes do Fies, País tinha 'ensino elitista'

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, citou, nesta quinta-feira, 22, a queda na taxa de desemprego de 6% para 5,6% entre junho e julho para criticar os céticos. "É uma das menores taxas de desemprego do mundo. Me desculpem os céticos mas vejam os dados. Olhem para a Europa, tem países com 60% de desemprego juvenil, como a Espanha. E os jovens aqui estão na fábrica e é o emprego que gera oportunidade de estudar", disse Mercadante na cerimônia de celebração de 1 milhão de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

GUSTAVO PORTO E RICARDO CHAPOLA, Agência Estado

22 de agosto de 2013 | 16h24

Mercadante lembrou que o Fies foi alavancado na esteira do crescimento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "O Enem, que é a porta republicana do ingresso do estudante na universidade. São mais de 7 milhões de estudantes candidatos", disse o ministro. Ele avaliou ainda que antes do Fies o País tinha "um ensino elitista" porque não havia oportunidade ampla. "Nos últimos dez anos nós, ao longo do governos Lula e Dilma, ampliamos de 148 para 321 campi de universidades e hoje oferecemos mais de 25% das vagas do curso superior, com 750 mil matrículas".

Mercadante elogiou ainda o ex-ministro e prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, seu antecessor na Pasta. Já o prefeito Haddad, em um breve discurso, afirmou à presidente que ela está "fazendo uma revolução de grande envergadura, garantindo educação superior ou profissional que garantem futuro aos estudantes".

Tudo o que sabemos sobre:
DilmaFiesMercadante

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.