Médicos residentes de São Paulo vão parar

Residentes da área médica de São Paulo, setor que reúne 17 mil profissionais no País, anunciaram nesta segunda-feira que haverá uma paralisação nacional entre esta terça-feira e o dia 5. O movimento, que faz parte da "Campanha Nacional de Valorização da Residência Médica", começa com concentração no Masp, em São Paulo, às 11h30.Uma das principais reivindicações da campanha é o aumento de 75% da bolsa, percentual que, segundo os responsáveis pelo protesto, corresponde a uma defasagem acumulada em sete anos sem reajuste. A reinvindicação é que a remuneração passe de R$ 1.090,00 para R$ 1.907,50.As demais exigências dos residentes são o cumprimento dos direitos já garantidos em lei: carga horária máxima de 60 horas semanais (nelas incluídas um máximo de 24 horas de plantão); moradia e alimentação; 1 dia de folga semanal; licença-maternidade (4 meses); férias (30 dias consecutivos de repouso ao ano); supervisão contínua; carga horária mínima de 10% de atividades teórico-práticas; regulamentação do auxílio-moradia - no valor de 30% da bolsa, nos hospitais onde não existe moradia; capacitação e gratificação dos preceptores; folga pós-plantão.

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