Médico acusado de estupro continuará na prisão

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido de habeas-corpus da defesa do médico Luiz Fernando Rocha Ramalho Azevedo. Ele foi acusado de ter estuprado uma menor nas dependências do Hospital Regional de Luziânia, em Goiás, quando a atendia em consulta médica. A menor teria ficado grávida em decorrência do estupro, mas após exame de paternidade foi descartada a possibilidade de o médico ser pai da filha da jovem.O ministro Gilson Dipp, relator do processo, negou o pedido de habeas-corpus, considerando que "o fato de o paciente não ter sido apontado, no exame de DNA realizado nos autos da ação de investigação de paternidade, como pai biológico da criança concebida à época dos fatos narrados na denúncia, independe inteiramente da possibilidade do acusado ter sido o autor do crime de estupro praticado".

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