Mascarados fazem protesto no Rio

Grupo, em frente a hotel onde Dilma participa de evento, faz ato contra Copa e pede libertação de condenados do mensalão

Atualizado às 11h37, Luciana Nunes Leal e Adriano Barcelos, de O Estado de S. Paulo

09 Dezembro 2013 | 10h15

Rio - Um pequeno, porém ruidoso, grupo de manifestantes está em frente ao hotel Copacabana Palace, onde a presidente Dilma Rousseff participa nesta segunda-feira, 9, ao lado do ex-presidente americano Bill Clinton, da abertura de um seminário sobre a América Latina organizado pela Clinton Global Initiative.

Os oito manifestantes, muitos mascarados, apitam, batem latas e espalharam cartazes contra a realização da Copa do Mundo no Brasil, pela libertação dos condenados do mensalão, a quem chamam de "presos políticos" e pela democratização dos meios de comunicação. Eles são identificados com a tática Black Bloc, mas não entraram em confronto com as forças policiais, que acompanham o ato.

Em razão da visita de Dilma, a segurança foi reforçada no local e pelo menos 150 policiais militares, além de guardas municipais e seguranças privados do Hotel Copacabana Palace estão no local.

Ao menos outras duas manifestações foram marcadas pelo Facebook pelos Black Blocs. No domingo, 8, quando teve início o evento, mais de 400 pessoas confirmaram presença no Copacabana Palace. Poucos compareceram e não houve confronto. Outro ato foi marcado para esta segunda, desta vez na Cinelândia, centro do Rio.

Depois da abertura do seminário, a presidente Dilma receberá o ex-presidente Clinton para uma audiência, no Copacabana Palace.

Do hotel, a presidente segue para a base aérea do Galeão, onde se encontrará com os antecessores Luiz Inácio Lula da Silva, José Sarney e Fernando Collor para seguir para o funeral de Nelson Mandela, na África do Sul. Segundo a assessoria da presidência é provável que Dilma encontre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no seminário e siga com ele para o aeroporto.

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