Marina volta a definir PAC como 'colagem de obras'

Em entrevista hoje ao programa Painel RBS, em Porto Alegre, a pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, fez críticas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e voltou a definir o programa como uma "colagem de obras".

ELDER OGLIARI, Agência Estado

18 Maio 2010 | 14h53

"Como um programa de gestão de obras, até que o PAC foi uma inovação, porque antes essas obras estratégicas para o Brasil, como, por exemplo, o Aeroporto de São Gonçalo, no Rio Grande do Norte, e a Ponte do Guaíba, no Rio Grande do Sul, eram dispersas. Mas isso não pode ser chamado de programa. É uma forma de obra em que lá na Casa Civil se toma o cuidado de ver se o projeto tem viabilidade econômica e se os ministérios estão liberando dinheiro."

A pré-candidata insistiu que o PAC "é mais uma gestão de obras que vão sendo coladas umas nas outras. Eu o transformaria em um programa de infraestrutura do Brasil, pensando não só caso a caso mas na potencialidade do crescimento do País nos próximos 10, 15, 20 e 30 anos. Um programa de infraestrutura para atendimento das demandas de energia de comunicação".

Questionada se o PAC já não é isso, Marina respondeu: "Não, não é. O PAC é uma colagem de obras. Tem o PAC 1, que não sai do papel, e o PAC 2, que é uma espécie de carta de intenções de tudo aquilo que não foi feito nos oito anos do governo do presidente Lula."

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