Marina nega 'revisão' no programa de governo

Em uma tumultuada caminhada de cerca de 30 minutos na favela da Rocinha, a maior da zona sul do Rio, a candidata do PSB à presidência, Marina Silva, negou neste sábado ter havido uma "revisão" no programa de governo em relação às mudanças publicadas hoje na política LGBT.

TIAGO ROGERO, Estadão Conteúdo

30 de agosto de 2014 | 16h17

A candidata disse que houve um "engano" da coordenação de campanha no momento da revisão do texto. Segundo Marina, o conteúdo que havia sido publicado nesta sexta-feira "foi o texto tal como foi apresentado pela demanda dos movimentos sociais", e que "o que foi feito foi apenas retomar o texto da mediação, porque havia sido cometido um engano, da mesma forma como aconteceu em relação à energia nuclear".

Sobre a alteração no trecho sobre energia nuclear, Marina afirmou que, "na parte de Ciência e Tecnologia, foi incluída uma questão que não havia sido acordada entre eu e o Eduardo".

Ao lado de Romário (PSB), que foi buscá-la no aeroporto e lidera as pesquisas de intenção de voto para o Senado no Rio, Marina chegou às 11h35 na Rocinha. A caminhada foi marcada por grande alvoroço, em meio à grande quantidade de pessoas que acompanhava a passeata, Marina mal conseguiu cumprimentar os moradores - por vezes, evitou que fotógrafos e jornalistas que caminhavam à sua frente caíssem, tamanha a confusão. Ela deixou a comunidade, de carro, às 14h02, mas Romário seguiu a caminhada.

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