Marina defende benefícios para mobilidade ciclística

No Dia Mundial sem Carro, celebrado nesta segunda-feira, a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, assinou, em Brasília, uma carta-compromisso com a mobilidade ciclística. Marina chegou ao evento com ciclistas do Distrito Federal de táxi porque não sabe andar de bicicleta.

DAIENE CARDOSO E JOÃO DOMINGOS, Estadão Conteúdo

22 de setembro de 2014 | 09h57

Em um breve discurso, a candidata defendeu a redução dos impostos para a produção de bicicleta e lembrou que hoje o setor paga 35% de tributos. A candidata disse que seu programa de governo prioriza o transporte alternativo e se comprometeu com a construção de mil quilômetros de vias para veículo leve sobre trilhos (VLT) e 150 quilômetros de faixas para ônibus de rápido deslocamento.

A candidata se colocou contra o atual modelo de transporte público implantado pelo governo federal, os conhecidos BRTs. "Nosso programa prevê a priorização dos meios alternativos para o transporte", disse Marina, defendendo o compartilhamento das vias públicas com as bicicletas. Marina também defendeu a construção de ciclofaixas nas cidades. "A bicicleta é fundamental para a humanização das cidades", afirmou.

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