Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão

Marina: contratos de royalties devem ser cumpridos

"Esperamos que haja uma decisão que favoreça os Estados produtores sem prejuízos das conquistas que foram estabelecidas para saúde e para educação", disse

CARLA ARAÚJO E ISADORA PERON, Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2014 | 15h50

A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, afirmou nesta sexta-feira, 19, que espera que a decisão sobre os royalties do petróleo não prejudique os Estados produtores. "Defendemos contratos e honramos contratos e os contratos que foram feitos antes (da lei), devem ser honrados", disse. "Esperamos que haja uma decisão que favoreça os Estados produtores sem prejuízos das conquistas que foram estabelecidas para saúde e para educação", completou.

Marina lembrou que após a derrubada pelo Congresso dos vetos da presidente Dilma Rousseff em alguns pontos da lei, o processo foi para o Supremo. "Tem um processo no Supremo que está sendo avaliado. O que nós esperamos é que o Supremo, longe das pressões politicas, possa ter uma decisão que não prejudique os Estados produtores e ao mesmo tempo possa salvaguardar os interesses do País", reforçou, em entrevista em São Bernardo do Campo (SP).

A candidata negou ser favorável à lei aprovada no Congresso Nacional, em 2012, que altera os repasses dos royalties dos Estados produtores de petróleo, como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, conforme noticiou o jornal O Dia. "Isso não é verdade, eu não disse dessa forma", afirmou. "Eu tenho tudo gravado", completou. Segundo um dos assessores da candidata, a campanha já pediu correção para o jornal.

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