Emma Howells/The New York Times
Emma Howells/The New York Times

Marcha das Mulheres reúne milhares nos EUA em ano de eleição presidencial

Movimento contrário a Donald Trump também reuniu temas como mudanças climáticas, equidade salarial e imigração

Redação, O Estado de S.Paulo

18 de janeiro de 2020 | 19h35

WASHINGTON - Milhares foram as ruas em mais de 180 cidades nos Estados Unidos neste sábado na quarta edição da Marcha das Mulheres. O movimento, que teve início na manhã seguinte à posse do presidente Donald Trump, neste ano apresentou temas como mudanças climáticas, equidade salarial, direitos reprodutivos e imigração.

Na capital Washington, cidade que costuma concentrar as maiores manifestações, o número de participantes foi consideravelmente menor na comparação com anos anteriores. No ano passado, o movimento chegou a atrair 100 mil pessoas na cidade.

A primeira marcha, em 2017, levou milhares de pessoas as ruas em diversas cidades do país um dia após a posse de Trump. Naquele ano, a marcha na capital federal reuniu quase 1 milhão de pessoas.

Em Manhattan, neste sábado, centenas de pessoas se reuniram na Foley Square e na Columbus Circle e marcharam até a Times Square. "Hoje, vamos ser a mudança que é necessária neste mundo! Hoje, vamos nos levantar para o poder!", disse a ativista Donna Hill para uma multidão reunida na Foley Square.

No centro de Los Angeles, milhares de homens, mulheres e crianças ocuparam diversos quarteirões enquanto seguiam da praça central rumo ao parque próximo da prefeitura, onde os manifestantes ouviram discursos de Jennifer Siebel Newsom, esposa do governador da Califórnia, Gavin Newsom, do prefeito Eric Garcetti e da deputada Maxine Waters (Partido Democrata), entre outros.

Em Denver, ao invés da manifestação após a marcha os organizadores optaram por convidar os participantes a se reunir nas sedes de organizações locais para aprender mais sobre questões como direitos reprodutivos, mudanças climáticas, segurança na concessão de porte e posse de armas e o voto. /ASSOCIATED PRESS

Notícias relacionadas

    Encontrou algum erro? Entre em contato

    O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.