Dida Sampaio / Estadão
Dida Sampaio / Estadão

Marcela foi informada pela imprensa que Temer passou mal

Presidente já foi submetido a uma sondagem vesical de alívio por vídeo, passa bem e aguarda alta nesta quarta-feira

Carla Araújo, O Estado de S.Paulo

25 de outubro de 2017 | 17h15

BRASÍLIA - A primeira-dama Marcela Temer ficou sabendo que o presidente Michel Temer havia passado mal na manhã desta quarta-feira, 25, pela imprensa. Segundo fontes do Planalto, a mulher de Temer ficou nervosa até conseguir mais informações, permaneceu no Palácio do Jaburu sendo informada do estado de saúde dele por assessores e, pouco depois, chegou ao hospital. 

+++ Temer passa mal e é submetido a procedimento urológico em Brasília

O presidente já foi submetido a uma sondagem vesical de alívio por vídeo na tarde desta quarta-feira, e, segundo a assessoria do Planalto, está em repouso, passa bem e deverá ter alta ainda nesta quarta.

+++ Temer melhora e voltará ao Palácio 

Temer está aguardando para ter alta e, segundo interlocutores, ainda não há uma definição por parte dele ou da equipe médica se virá ao Planalto ou irá a residência oficial descansar. 

Desconforto

Segundo relatos, Temer sentiu um desconforto por volta do meio-dia enquanto estava despachando em seu gabinete. No momento, sem avisar a equipe de comunicação, chamou um médico do Planalto que decidiu levá-lo à Coordenadoria de Saúde do Planalto. 

Conforme informou a Secom, depois de uma avaliação preliminar, o médico de plantão constatou uma obstrução urológica e recomendou que o presidente fosse avaliado no Hospital do Exército.

Agenda

O presidente Michel Temer chegou nesta quarta-feira ao Palácio do Planalto às 8h50, mesmo tendo cumprido uma agenda extensa nesta terça-feira, 24, que terminou por volta da meia-noite após um jantar na casa do deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), em que foi servido galinhada, costela de porco e outras comidas mineiras. 

Ao chegar ao Palácio do Planalto, Temer tinha uma agenda ainda curta para receber parlamentares, mas a expectativa era de que ao longo do dia o seu gabinete continuasse aberto sob demanda para garantir que o presidente consiga derrubar a segunda denúncia contra ele, que está sendo votada na Câmara nesta quarta.

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