Marcada para esta 4ª, CPI da Petrobras deve ser adiada

Informação é de Romero Jucá, que diz achar difícil a instalação sem acordo sobre relatoria da CPI das ONGs

Eugênia Lopes, de O Estado de S.Paulo,

09 de junho de 2009 | 15h51

Sem acordo entre governo e oposição, a base aliada abandonou a sessão. Diante da falta de entendimento para que o novo relator da CPI da ONGs, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (PSDB-AM), deixe o cargo, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que é provável que nesta quarta-feira não seja instalada a CPI da Petrobras. "Com essa posição da oposição, é difícil instalar a CPI da Petrobras amanhã", afirmou Jucá.

 

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Antes do início da sessão, Arthur Virgílio já tinha deixado claro que não havia a menor chance de deixar a relatoria. Ao contrário, ele pretendia até mesmo apresentar seu plano de trabalho aos membros da CPI.

 

A indicação do presidente da CPI, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), para que Virgílio assumisse a relatoria vinha sendo questionada pelos governistas. Jucá apresentou uma questão de ordem contestando a escolha do líder tucano para relatar os trabalhos, sob o argumento de que o posto cabe a um aliado do governo, tal como foi acordado.

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