André Dusek/Estadão
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Mantemos CPMF como plano A, B, C e D, diz Barbosa

Em audiência no Congresso Nacional - a sétima da qual participa neste ano -, o ministro pediu que senadores e deputados aprovem as medidas de ajuste fiscal para que o País possa retomar o crescimento econômico

Lorenna Rodrigues e Bernardo Caram, O Estado de S. Paulo

29 de setembro de 2015 | 18h08

Brasília - O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que o governo mantém a aprovação da CPMF como plano “A, B, C e D”, por considerar a contribuição o tributo com menor impacto inflacionário.

Em audiência no Congresso Nacional - a sétima da qual Barbosa participa neste ano -, o ministro pediu que senadores e deputados aprovem as medidas de ajuste fiscal para que o País possa retomar o crescimento econômico. “A recuperação passa por reduzir incertezas sobre política fiscal. Com melhor entendimento entre Executivo e Legislativo, as incertezas se dissipam e a recuperação é mais rápida”, declarou.

Ele destacou que as dificuldades fiscais passam pela queda na arrecadação de tributos, que, segundo o ministro, reflete a queda no nível de atividade e também as desonerações concedidas pelo governo nos últimos anos.

De acordo com Barbosa, o governo acredita que a economia começará a se recuperar ao longo de 2016. Esperando redução na taxa Selic e estabilização do câmbio no ano que vem, o ministro disse que a projeção é que o pagamento de juros da dívida caia para 6% do PIB em 2016, de 8% do PIB neste ano.

No médio prazo, o ministro defende ações para aumentar a produtividade, a formalização da mão de obra e a produção industrial. “Achamos que é possível recuperar crescimento da economia brasileira para 3% no médio prazo”, acrescentou.

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